dia de provação.
caderninho solitário, abandonado.
nem te usei hoje.
mas nem precisa.
foda, dia.
hoje tudo o que sinto foi posto à prova.
tudo o que penso foi questionado.
tudo o que vivo foi balançado.
uma garota. só uma. do dia pra noite, se revela.
maldita frase. mais destrutiva que o apertar de um gatilho.
POLYETHYLENE. omfg. como é bom. pau a pau com michael hedges. pau a pau. p u u u t a madre.
voltando. *essa musica é digna de interromper meu raciocínio*
fui tentado, diário. mortal, cruel, indigna, e perversamente tentado.
"voce trocaria a pollyanna, agora, por mim?"
gargalhadas aqui caberiam. mas, GOD, era a mariana.
a mariana, que povoou meus sonhos por um ano.
que alimentou minhas fantasias.
que me abobalhou com sua carinha.
que tudo fez. que nada fez.
a mariana.
ela me arrancou o coração. lambeu. e pôs de volta.
ela enfiou na minha veia cada gota de confiança que lhe sobrava.
yeah. she really did it.
*já é a 8ª vez que ouço polyethylene seguida*
e de novo começou a Guerra dos Clones dentro de mim.
não adianta negar. yeah. i was awfully shaken. naked. in front of her.
a resposta que dei é óbvia. mas nao me deixou mais lúcido.
pois bem, chegava a hora do laboratorio. fui procurar jaleco e comer.
eis que toca, o maldito.
e o belo destino me coloca no lugar certo, olhando para o lugar certo, na melhor oportunidade possível.
e veio a segunda cajadada do dia.
maldito coelhinho. maldita memória.
uma vez eu disse "olha que bonitinho".
e foi mais do que suficiente.
bang. mal tinha me levantado e já me jogam outro cofre na cabeça.
bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang.
p u t a m a d r e
adeus, caderninho.
vou ver supremacia bourne.
e tentar me recompor.
*18 vezes. e não ficou um mm pior*
nem te usei hoje.
mas nem precisa.
foda, dia.
hoje tudo o que sinto foi posto à prova.
tudo o que penso foi questionado.
tudo o que vivo foi balançado.
uma garota. só uma. do dia pra noite, se revela.
maldita frase. mais destrutiva que o apertar de um gatilho.
POLYETHYLENE. omfg. como é bom. pau a pau com michael hedges. pau a pau. p u u u t a madre.
voltando. *essa musica é digna de interromper meu raciocínio*
fui tentado, diário. mortal, cruel, indigna, e perversamente tentado.
"voce trocaria a pollyanna, agora, por mim?"
gargalhadas aqui caberiam. mas, GOD, era a mariana.
a mariana, que povoou meus sonhos por um ano.
que alimentou minhas fantasias.
que me abobalhou com sua carinha.
que tudo fez. que nada fez.
a mariana.
ela me arrancou o coração. lambeu. e pôs de volta.
ela enfiou na minha veia cada gota de confiança que lhe sobrava.
yeah. she really did it.
*já é a 8ª vez que ouço polyethylene seguida*
e de novo começou a Guerra dos Clones dentro de mim.
não adianta negar. yeah. i was awfully shaken. naked. in front of her.
a resposta que dei é óbvia. mas nao me deixou mais lúcido.
pois bem, chegava a hora do laboratorio. fui procurar jaleco e comer.
eis que toca, o maldito.
e o belo destino me coloca no lugar certo, olhando para o lugar certo, na melhor oportunidade possível.
e veio a segunda cajadada do dia.
maldito coelhinho. maldita memória.
uma vez eu disse "olha que bonitinho".
e foi mais do que suficiente.
bang. mal tinha me levantado e já me jogam outro cofre na cabeça.
bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang. bang.
p u t a m a d r e
adeus, caderninho.
vou ver supremacia bourne.
e tentar me recompor.
*18 vezes. e não ficou um mm pior*
