all we have is now
hehe por isso que beatles são os beatles (da série 'você é filho do seu pai'). mais ou menos como você disse, sendo um pouco mais baba ovo, foram os melhores em tudo o que eles fizeram, incluindo músicas idiotas. i want you é fueda, mas obladi-oblada e yellow submarine chegam a ser ofensivas, deus me livre.
tão legal essa coisa de tirar milhares de conclusões e idéias e peixes de uma só palavra, ou rabisco, ou pedaço de parede, dentro de um espacinho caber tantos sentimentos. quero juntar seu michael hedges com meu bill murray. baby, together we can rule the world. e o destruir também. você cuida do útil que eu cuido do fútil.
hyohyohyohyoy peu peau peu peau hyohyoyhoyhyoh
"deslocação" é o "precipitado" de química. em cada relatório eu usava precipitado de uma forma diferente... "formação de precipitado laranja" ou "precipitação de sólido laranja" ou "sólido laranja depositado na precipitação do béquer", e por aí vai. eu entendo a dor de ser aluno-que-odeia-laboratório e imagino o que seja a dor de ser monitor.
ponei...
é engraçado te ler dizer isso. porque o assediado(avel) aqui é você. e mesmo se não fosse, você me monopoliza com toda essa graça que só o samuel, e mais ninguém, tem. quem morre de ciúmes sou eu.
e quem vai aprender a atirar sou eu também. existe um santo antídoto pra insegurança: kill 'em all. bala nas mocréia. aí, se eu te perder mesmo assim, bala na gente também. e o fundamentalismo é islâmico! nós, ocidentais, não temos esse problema.
hoyhyoyhoyhyo peu peau peu peau peu peau hyoyhoyhoyhyohyo
(a seguir, constatações óbvias e, de algum modo, desnecessárias) e sem esse medo de não ficar bom e não gostarem. é como escrever. eu escrevo pra mim, como já diria Santíssima Clarice, se é que ela quis dizer isso, e o que importa é o modo como o ato de escrever me beneficia. se eu escrevo mal ou não é outra história. desenhe e mande pro saco esse seu perfeccionismo. (mas por favor, não me tenha como exemplo, porque eu mandei pro saco foi o bom senso).
agora você me fez pensar (AHAHAHA)...o que seria de nós sem os bill murrays e michael hedgeses da vida? por isso que depressão é algo tão... deprimente (da série 'você é filho do seu pai, e filho da sua mãe' ou ainda da série 'se morre, mulher' e, indo além, da série 'eu não tenho medo de desenhar mal ou de falar asneira')
hyohyohyoyhyoyh peu peau peu peau peu peau hyohyoyhoyhyohyoyhyohyoyh
até que como observadora eu sou uma péssima cozinheira.
tão legal essa coisa de tirar milhares de conclusões e idéias e peixes de uma só palavra, ou rabisco, ou pedaço de parede, dentro de um espacinho caber tantos sentimentos. quero juntar seu michael hedges com meu bill murray. baby, together we can rule the world. e o destruir também. você cuida do útil que eu cuido do fútil.
hyohyohyohyoy peu peau peu peau hyohyoyhoyhyoh
"deslocação" é o "precipitado" de química. em cada relatório eu usava precipitado de uma forma diferente... "formação de precipitado laranja" ou "precipitação de sólido laranja" ou "sólido laranja depositado na precipitação do béquer", e por aí vai. eu entendo a dor de ser aluno-que-odeia-laboratório e imagino o que seja a dor de ser monitor.
ponei...
é engraçado te ler dizer isso. porque o assediado(avel) aqui é você. e mesmo se não fosse, você me monopoliza com toda essa graça que só o samuel, e mais ninguém, tem. quem morre de ciúmes sou eu.
e quem vai aprender a atirar sou eu também. existe um santo antídoto pra insegurança: kill 'em all. bala nas mocréia. aí, se eu te perder mesmo assim, bala na gente também. e o fundamentalismo é islâmico! nós, ocidentais, não temos esse problema.
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(a seguir, constatações óbvias e, de algum modo, desnecessárias) e sem esse medo de não ficar bom e não gostarem. é como escrever. eu escrevo pra mim, como já diria Santíssima Clarice, se é que ela quis dizer isso, e o que importa é o modo como o ato de escrever me beneficia. se eu escrevo mal ou não é outra história. desenhe e mande pro saco esse seu perfeccionismo. (mas por favor, não me tenha como exemplo, porque eu mandei pro saco foi o bom senso).
agora você me fez pensar (AHAHAHA)...o que seria de nós sem os bill murrays e michael hedgeses da vida? por isso que depressão é algo tão... deprimente (da série 'você é filho do seu pai, e filho da sua mãe' ou ainda da série 'se morre, mulher' e, indo além, da série 'eu não tenho medo de desenhar mal ou de falar asneira')
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até que como observadora eu sou uma péssima cozinheira.

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